sexta-feira, 24 de março de 2017

As HQs dos Trapalhões


E começou a venda antecipada do livro 'As HQs dos Trapalhões', de Rafael Spaca. São 182 páginas, sendo 33 coloridas. Papel Avena 70g. Capa 4x4 com orelhas de 8cm. FRETE GRÁTIS para todo o Brasil. E tem uma história INÉDITA!


Com prefácio de Dedé Santana e textos de Marcus Ramone, Rafael Spaca, Jal José Alberto Lovetro e Denison Lemos. Além do depoimento de 27 profissionais que trabalharam na produção das revistas dos Trapalhões.

* Sobre o sorteio das almofadas. 1 delas, com o tema do livro, será sorteada SOMENTE para quem comprar antecipadamente o livro 'As HQs dos Trapalhões' até dia 10/04/2017 (o sorteio desta, será feito no dia 15/04). A outra almofada será sorteada junto com pedidos de outros compradores e outros títulos e segue as regras dos novos sorteios mensais de nossa loja.

quarta-feira, 15 de março de 2017

O Cinema dos Trapalhões


Entrevista com o pessoal do Formiga Elétrica sobre a minha pesquisa a respeito dos Trapalhões: http://formigaeletrica.com.br/programas/cinema-trapalhoes-formiga-na-tela/

quarta-feira, 1 de março de 2017

Os Trapalhões: a série


No ar o segundo episódio da série "O Cinema dos Trapalhões" (TV Cidade). Nosso convidado é Wilson Iguti, o responsável pela criação dos clássicos bonequinhos dos Trapalhões. Nesta entrevista ele relembra seu trabalho com o grupo. Assistam: https://www.youtube.com/watch?v=IXMJRWO0YPw

Os Trapalhões: André Segatti


ANDRÉ SEGATTI
Ator

Renato Aragão, em toda a sua trajetória na televisão e no cinema, trabalhou com galãs (Mário Cardoso, Francisco di Franco etc.). Seu personagem, o Didi, era sempre um aliado desses galãs e, ao mesmo tempo, um contraponto, disputando com ele o amor da mocinha. Quando você foi chamado para trabalhar em A Turma do Didi, era essa ideia da sua função no programa?
O meu primeiro contato com o Renato Aragão se deu quando ele mandou me convidar para fazer uma participação em um esquete com ele, Assalto à Própria Casa. Depois desse, fiz mais alguns, que, graças a Deus, deram muito certo; e rolou a famosa química entre nós e nosso trabalho. Tudo foi acontecendo muito naturalmente. Posteriormente a isso, ele criou A Turma do Didi e convidou-me para estar ao seu lado. Foi tudo muito perfeito e maravilhoso. Permaneci por quase quatro anos sendo seu braço direito, em A Turma do Didi.

Para os fãs mais nostálgicos, A Turma do Didi era uma heresia. Não imaginavam Renato Aragão contracenar sem os seus principais parceiros. Qual era a crítica mais comum que ouvia naquela época?
Jamais ouvi qualquer tipo de crítica nesse sentido ou sofri qualquer tipo de comparação. Isso nunca aconteceu. Creio que todos entenderam que estávamos em um outro momento de trabalho; e, principalmente, que o Renato Aragão, após as tristes perdas de seus amigos e companheiros de trabalho, estava, sim, reinventando-se e trabalhando para se sentir vivo como sempre!

Você chegou a ser comparado com o Dedé Santana?
Nunca houve nenhum tipo de comparação com o Dedé Santana, embora as nossas funções dentro do programa fossem de certa forma parecidas – o galã e melhor amigo sempre dando suporte ao Didi e tirando-o das confusões.

Logo depois, você foi convidado para protagonizar, ao lado de Renato Aragão, o filme O Trapalhão e a Luz Azul. Como surgiu essa oportunidade?
Isso foi incrível. Foi um momento único e muito mágico em minha carreira, pois sempre admirei o Renato Aragão desde de muito pequeno. Comecei minha carreira aos sete anos de idade e sempre sonhei em um dia estar ao lado dele e principalmente fazendo seus filmes. E, graças a Deus, isso aconteceu. A oportunidade veio através de um convite do próprio Renato, que lutou e brigou por mim para eu estar ao seu lado!!!

Você acompanhava os filmes dos Trapalhões, quando criança?
Sempre acompanhei o programa dos Trapalhões e também assisti a todos os seus filmes, pois, como disse, comecei muito novo minha carreira e com o desejo de um dia estar ao lado do Renato Aragão.

Como foi pra você contracenar com ele no cinema?
O Renato Aragão para mim sempre foi um ídolo, e estar ao seu lado por quatro anos foi, na verdade, um Doutorado. Ter tido a oportunidade de ser protagonista ao seu lado foi espetacular. Renato é por demais generoso e tem um coração de gigante, sempre proporcionando o melhor do melhor a todos à sua volta. E trabalhar com ele tanto no cinema quanto na televisão foi demais, foram anos extraordinários de muito crescimento e vivências maravilhosas.

Renato Aragão sempre disse que a sua maior paixão é o cinema. Você trabalhou com ele tanto na televisão quanto no cinema. Era perceptível que no set ele se “transformava”, era mais feliz fazendo cinema?
Na verdade, sempre vi o Renato Aragão com uma energia ímpar e muito positiva, tanto no teatro, na televisão ou cinema, pois tive o privilégio de trabalhar com ele nos três veículos. Sempre o vi com muita alegria e satisfação nos três lugares.

Dedé Santana e Renato Aragão se reencontraram nesse filme, depois de muitos anos sem trabalharem juntos no cinema. Que você presenciou nesse reencontro?
Verdade. Esse foi um momento muito especial, em que houve um reencontro não só profissional, mas também entre amigos. Foi lindo demais ver os dois novamente juntos, e eu ali no meio dessas feras. Foram momentos geniais de muita diversão e emoção que vivemos nessa época.

Dedé Santana chegou a dirigir alguns filmes dos Trapalhões. Qual a percepção a respeito dele?
Dedé Santana é um ser humano incrível, muito talentoso e extremamente simples. Ficamos amigos logo de cara, assim que o conheci no filme O Trapalhão e a Luz Azul.

Outro nome importante na trajetória dos Trapalhões, embora sua presença fosse quase nula no cinema, é Roberto Guilherme. Renato o tem como um grande amigo. Como era o Roberto nas filmagens?
Roberto Guilherme é uma figura, um cara muito alto astral, muito brincalhão, cheio de talentos. Sempre foi uma grande honra estar ao seu lado e de todos os demais. Eu convidei o Roberto para estar ao meu lado na comédia Toda Donzela Tem um Pai Que É uma Fera, que produzi e dirigi. Foram meses sensacionais de muita diversão.

Que representa para a sua carreira ter trabalhado com Renato Aragão, Dedé Santana e Roberto Guilherme?
Significa, de verdade, que me sinto completamente abençoado por Deus, pois tive a honra e o privilégio de viver, como poucos, essa experiência única ao lado dos que sempre admirei e acompanhei desde criança. Renato Aragão, Dedé Santana e Roberto Guilherme são pessoas muito especiais, donos de um talento e um carisma ímpar. Fui, sou e sempre serei eternamente grato a Deus por essa linda oportunidade em minha vida! Amo demais os três, eles estarão sempre em meus pensamentos e em meu coração. Têm meu respeito e total admiração!

Esse filme é a estreia de Lívian Aragão. Renato já estava pavimentando o caminho dela para a área artística? Você tem acompanhado a evolução dela como atriz?
A Livinha atriz havia acabado de nascer na época do filme. Foi tudo muito perfeito; e sua participação só veio a acrescentar em nossas filmagens, pois o Renato vivia sorrindo pelos cantos com sua bebezinha linda. Com certeza, foi ali que tudo começou para ela, fico muito feliz em vê-la hoje com sua linda carreira em movimento, crescendo e brilhando a cada segundo. Desejo sempre o melhor do melhor de Deus a todos daquela maravilhosa família, pois eles sempre foram maravilhosos comigo.

O Trapalhão e a Luz Azul foi bem nas bilheterias. Por que você não trabalhou mais com Renato Aragão no cinema?
Acredito que tudo na vida tenha um propósito e um momento certo. Creio que os meus maravilhosos momentos ao seu lado foram tão geniais que supriram todas as necessidades. Tive uma história linda ao seu lado, com começo, meio e fim; e; assim sendo, sinto-me muito feliz por tudo que vivi, realizei e aprendi ao seu lado.

Pode me contar uma história inédita, que tenha presenciado como testemunha ocular, envolvendo bastidores de filmagem desse filme?
Renato Aragão é uma pessoa extremamente justa, que odeia indiferenças e maus tratos. Sempre tratou todos com muito respeito, igualdade e dignidade. O que sempre vi nos bastidores foram atitudes de carinho, companheirismo, ensinamentos e muita diversão; e, acima de tudo, muita seriedade com todo o trabalho que estava sendo realizado!

Os Trapalhões: Ana Rosa Corrêa


ANA ROSA CORRÊA
Atriz

Você é filha de artistas circenses e conheceu no circo seu primeiro marido, o Dedé Santana. Como foi esse encontro? Em que circunstâncias se conheceram?
Em agosto de 1958, eu tinha dezesseis anos e estávamos, minha mãe e eu em Curitiba. Ela trabalhava num cartório, eu fazia o ginásio; e, à noite, trabalhávamos num circo. Minha mãe precisou fazer um tratamento médico, e viemos para São Paulo. Soubemos, por intermédio de uma prima, que o Dedé Santana estava montando um circo para excursionar com o gênero Revista e estava procurando uma bailarina. Fomos contratadas e seguimos com o Circo de Revista Real. Eu e Dedé namoramos durante três meses e nos casamos dia 8 de dezembro.

Vocês foram casados por quatro anos e tiveram dois filhos. Quais as suas principais recordações desse período?
Algumas boas, outras tristes. Meu casamento em Campinas (SP), com uma festança no circo; o nascimento, em 1959, de meu primeiro filho, o Maurício; nossa excursão por São Paulo, Minas, passando por Ubá, terra do Ary Barroso e onde Maurício nasceu, depois Goiás, seguindo até Brasília; estar em Brasília no dia da inauguração; trabalhar por um tempo na TV Alvorada e fazer amigos por lá; o nascimento de Maria Leone, em 1962. Essas todas foram boas recordações. Das tristes, a principal foi a morte de meu filho, acometido de uma leucemia aos doze meses de vida.

Dedé era engraçado na vida particular ou tinha outro comportamento?
Dedé sempre foi muito bem-humorado e gostava de fazer graça.

Com Dedé, você excursionou, trabalhando como bailarina com o Circo de Revista Real. Como era esse trabalho? Vocês produziam e apresentavam-se?
Dedé já havia trabalhado em teatro no gênero Revista. Ele era sobrinho do cômico Colé e trouxe do teatro essa experiência. Eram esquetes, números de plateia – como eram chamados os monólogos das vedetes e dos atores intercalados por números musicais. A novidade era que também apresentávamos números circenses. Dedé era o cômico da companhia, eu era bailarina e fazia os esquetes com ele. Meu cunhado, Dino Santana, era o “escada”. Minha sogra, Ondina Sant’Anna, fazia deslocação. E minha mãe ficava na porta, cuidando dos ingressos. Havia outros artistas contatados.

Em 1960, vocês dois inauguraram a TV Alvorada, em Brasília. Na ocasião, apresentaram juntos, ao vivo, diversos números circenses e teleteatros. Como e por que receberam esse convite para inaugurar o canal?
A TV Alvorada estava sendo inaugurada, e não havia uma grade de programação. As coisas tinham que acontecer meio na base do improviso, além de existirem poucos artistas em Brasilia em 1960. Como tínhamos vasta experiência do circo-teatro tradicional, onde apresentávamos peças teatrais, o diretor artístico do canal (se não me engano, o primeiro nome dele era Wanderley) nos convidou para apresentar um teleteatro a cada semana. Além dos textos, já tínhamos os elencos formados com a própria família, minha mãe, que também era atriz, e os outros artistas do circo. Pena que ainda não existia o videoteipe e nada disso ficou registrado.

Nesse período em que foram casados, Dedé manifestou interesse em trabalhar na televisão e no cinema? Ele compartilhava seus sonhos com você?
Compartilhava, claro. Quando nos casamos, Dedé tinha 22 anos e sempre foi apaixonado pela sua profissão. Se não me engano, ele já havia feito algumas participações em filmes com o Colé. Trabalhar em cinema e na televisão (depois que ela se tornou o maior veículo de comunicação) sempre foi o sonho de qualquer artista.

Gostaria de saber se em algum momento Dedé manifestou desapontamento por ser um “escada” e ser posicionado como um “coadjuvante” em participações e trabalhos na televisão e cinema?
Enquanto estivemos casados, Dedé sempre foi o primeiro cômico nos espetáculos em que participou. Tanto em nosso circo, como depois da morte do Maurício, nas companhias de Fernando Dávila, do Jardel Bôscoli e J. Maia, que eram produtores de Teatro de Revista. Depois, quando fez dupla com Renato Aragão, eu e ele já estávamos separados; e a separação foi uma fase dolorida. Deixou algumas mágoas e marcas. A morte do Maurício ainda era recente e tínhamos uma segunda filha ainda bebê. O processo de desquite nos deixou um pouco estremecidos. Nas poucas vezes em que nos encontramos, no início da dupla Dedé e Didi, foi sempre para falar sobre nossa filha, Maria Leone. Só para esclarecer, esse clima entre nós perdurou por algum tempo. Mais tarde, ele formou outra família, teve mais filhos. Depois, quando veio a lei do divórcio, nos divorciamos, eu me casei uma segunda vez e tive mais sete filhos. Hoje, Maria Leone se dá muito bem com a esposa dele e os irmãos por parte de pai. O tempo, a experiência de nossa vidas em separado e a maturidade sanaram qualquer mágoa que pudesse haver entre nós e nos fez compreender os enganos da juventude. Felizmente, ainda nesta encarnação. Hoje, eu e Dedé somos bons amigos.

Os Trapalhões: Ana Maria Magalhães


ANA MARIA MAGALHÃES
Atriz

Como surgiu o convite para trabalhar com Os Trapalhões?
Sinceramente, não lembro como surgiu o convite. Lembro que o filme foi rodado em locação, e ficamos hospedados em um hotel. No Rio de Janeiro, gravei apenas no Parque Lage, na esquina do apartamento onde eu morava na ocasião. Aproveitei para levar meus filhos, que eram fãs dos Trapalhões.

Quais as suas principais recordações dos bastidores de filmagens com Os Trapalhões?
Nas filmagens, reencontrei colegas e fiz novos amigos. O diretor, J. B. Tanko, era cineasta experiente que vinha das chanchadas. Sempre gostei de conhecer e trabalhar com essas legendas do cinema. Em algumas cenas, ele rodou com duas câmeras, o que era novidade para mim. Guardo boa lembrança do único contato que tive com ele fora do set. Uma noite alegre, dando risada com o Mussum, em que o J. B.Tanko abriu uma garrafa de champanhe em minha homenagem.

Como era o seu contato com o quarteto (Didi, Dedé, Mussum e Zacarias)?
Era divertido filmar com Os Trapalhões. O contato com o Renato Aragão era mais formal. Uma vez, ele convidou e eu almocei com ele no trailer. Achava graça em todos, mas um foi especial: Mussum. Ficamos chapinhas: eu tirava sarro dele; e ele, de mim. Inteligente e boa-praça, era também sambista do grupo Os Originais do Samba. Mussum era um artista autêntico, sem afetação.

Que representava, naquele período, trabalhar num filme dos Trapalhões, que eram certeza de sucesso de bilheteria?
O que mais me atraiu foi a possibilidade de trabalhar com eles. Contracenar, participar das filmagens e ainda atuar em um filme popular. Os Trapalhões na Serra Pelada foi sucesso de bilheteria, como outros filmes do quarteto.

Por que, na sua visão, os críticos e a Academia rejeitam os filmes produzidos e estrelados pelos Trapalhões?
São filmes que se destinam ao público infantil, bem-sucedidos e, ainda por cima, estrelados por humoristas locais. Acho que Os Trapalhões não andavam em busca de reconhecimento por parte da crítica; e esta, por sua vez, também não estava interessada nos seus filmes.

Os Trapalhões: Américo Picanço


AMÉRICO PICANÇO
Ator

O senhor foi o primeiro parceiro de trabalho do Renato Aragão. Isso aconteceu na TV Ceará. Como surgiu o convite para trabalhar com o Renato Aragão?
Fui o primeiro parceiro do Renato na TV Ceará. O programa Vídeo Alegre era às quartas-feiras. O Renato tinha um quadro; e eu, outro. Eu fazia um garoto meio retardado e meio bichinha, que tinha medo da namorada. Um dia, Renato me convidou para fazer a dupla Didi e Frederico. Começou assim.

Logo depois, o Renato foi para a TV Tupi e o senhor ficou. Como aconteceu essa mudança?
Quando Renato foi para o Rio, eu não fui. Fiquei por aqui mesmo. E ele começou lá na TV Tupi com o programa Os Legionários, que fazíamos aqui na TV Ceará também.

Como foi para o senhor sair do Ceará e ir para o Rio de Janeiro?
Só fui para o Rio depois de alguns anos. Foi quando encontrei o Renato, casualmente; e voltamos a fazer dupla. Depois de algum tempo, formamos um trio: Renato, Mario Alimari e eu, já na TV Excelsior, Canal 2, do Rio.

Trabalhar na televisão era um objetivo que o senhor tinha?
Nunca foi meu objetivo trabalhar na televisão. Começou como um entretenimento; e, depois, passei seis anos por lá.

Por que o senhor não integrou definitivamente a equipe de Os Trapalhões?
Eu fui fixo nos Adoráveis Trapalhões durante três anos. Eu fazia o bandido que batia no Renato, Ivon Cury e Wanderley Cardoso; e, no final do programa, sempre tinha uma luta entre mim e o Ted Boy Marino, meu grande amigo.

Após a sua saída desse trabalho, manteve ou mantém contato com Renato Aragão?
Depois que saí, mantive contato não só com Renato como com os outros três Trapalhões: Dedé, Mussum e Zacarias. Quem levou o Mussum para a tevê fui eu.

Na sua opinião, quem era o maior comediante do grupo?
O maior comediante sempre foi o Renato, os outros eram “escada”. O segundo, na minha opinião, era o Mussum.

Por que, na sua visão, os críticos e a Academia rejeitam os filmes produzidos e estrelados pelos Trapalhões?
Opiniões de críticos sempre divergem de todos. Os filmes eram para crianças, que gostam do estilo pastelão.

Como classifica o cinema feito pelos Trapalhões?
Os filmes feitos pelos Trapalhões foram uma mina de dinheiro.

O senhor chegou a ser convidado para trabalhar em algum filme dos Trapalhões?
Fiz uma ponta em um dos filmes, Na Onda do Iê-Iê-Iê, pela falta de um ator. Foi coisa pequena.

Após o trabalho com Renato Aragão, como foi a sua trajetória?
Depois dos Trapalhões, fiz um programa na Tupi de São Paulo: Bonzinhos Até Certo Ponto, com a Vanusa, Débora Duarte, Wanderley Cardoso e Jerry Adriani. Durou pouco tempo, acho que seis meses. Legado histórico como entretenimento infantil.