sábado, 2 de novembro de 2013

Amanda Acosta

crédito foto: Brasilio Wille.
 
Atriz. Foi integrante do grupo Trem da Alegria. No cinema atuou em ‘A Princesa Xuxa e os Trapalhões’; ‘E a Vida continua’ e no curta-metragem ‘Pelo Ouvido’.
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
A ideia! A proposta do roteiro!
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Acho que é cultural. Acredito que os curtas são deixados de lado porquê não atingem o grande público, ficam sempre caracterizados como "cult" ou amador. É triste... Esta é minha opinião.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Talvez antes da exibição de um longa pudesse ser exibido um curta. Claro que seria cobrado um valor a mais pelo ingresso. Esse é um ponto que teria que ser discutido. Tem os festivais que acontecem no Brasil que são incríveis, mas ainda é pouco. Tem que ter mais festivais e mais salas disponíveis para o gênero.
 
É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...
Acredito que sim! Como não!? Não é fácil você desenvolver uma ideia, conseguir concluí-la e fazer com que ela seja compreendida pelo público em apenas 15 minutos.
 
O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?
Não posso responder pelos cineastas, mas se isso acontece é muito triste...
 
Pois acredito que marginalizando o curta metragem eles estão marginalizando a sua própria arte. Claro que tem muito curta que não é bom, que é feito sem grandes cuidados...sem arte! Acho que o curta, por ser mais fácil de ser realizado, corre muito este risco. Mas isso também acontece com os longas!
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Sim! Tenho três roteiros, um deles já estou desenvolvendo em parceria com Marcos Ferraz.
 

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