segunda-feira, 1 de maio de 2017

Os Trapalhões: Bia Seidl


BIA SEIDL
Atriz


Você atuou no filme Os Trapalhões e o Mágico de Oróz. Como e por quem recebeu o convite para atuar nesse filme? Como foi a experiência?
Era apenas uma cena, na qual eu fazia a Virgem Maria. Poder representar a mãe de Jesus foi realmente muito emocionante.

Que representava, naquele período, atuar em um filme com Os Trapalhões, que eram certeza de sucesso de bilheteria?
Tinha esse sonho como atriz. Estar ao lado deles sempre significou uma espécie de graduação na carreira.

Esse foi o primeiro filme após a reconciliação do quarteto, que havia se separado em 1983. Como você viu esse reencontro? Havia algum resquício da briga? Como foi o seu contato com o quarteto (Didi, Dedé, Mussum e Zacarias)?
Foi maravilhoso em todos os sentidos, poder conhecê-los e sentir como eram amorosos e simples. Uma aula de comportamento profissional e generosidade.

Logo depois, você foi novamente convidada a trabalhar com o quarteto. Dessa vez em Os Fantasmas Trapalhões.
Ser uma das mocinhas dos filmes deles era selo de garantia. Quando recebi a ligação, mal pude acreditar!

Quais as suas recordações desse trabalho?
Muita alegria, risadas, carinho e aprendizado.

Nesse filme o quarteto reedita uma parceria de sucesso com o cineasta J.B.Tanko. Quais as lembranças de trabalho com esse diretor?
Como todo diretor deve ser: rígido e amoroso. E, pra mim, um querido!

Por que, na sua visão, os críticos e a Academia rejeitam os filmes produzidos e estrelados pelos Trapalhões?
Por puro preconceito e ignorância.

Como classifica o cinema feito pelos Trapalhões?
Comédia da melhor categoria, poesia em sua essência.

Gostaria que contasse alguma curiosidade ou fato que tenha presenciado como testemunha ocular.
Apenas posso dizer que me sinto agraciada pela oportunidade que tive. Comecei minha carreira trabalhando com grandes atores e Os Trapalhões têm lugar de honra no meu coração.

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