terça-feira, 25 de março de 2014

Gizele Panza

 
Atriz formada na ELT-Escola Livre de Teatro de Santo André, integrante da Cia Lúdicos de Teatro Popular, pesquisa teatro para infância e juventude desde 2007.
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem.
Eu ainda não participei de produções em curta-metragem, embora tenha muita vontade.
 
Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Minhas experiências são totalmente caseiras: Faço vídeos da minha filha e edito e há uns anos atrás comecei a captar imagens para um pequeno documentário sobre um projeto de teatro que participei, mas não tive ferramentas para finalizá-lo. 
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Talvez uma mobilização conjunta em alguma ação concreta possa mudar essa situação. Acho que quando um evento ou ação envolve muita gente, acaba por atrair muitos veículos da mídia.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Adorei encontrar, numa locadora bem popular de filmes (longas), uma vez, um curta de animação, o único que vi até hoje para locação. Acho que esse pode ser um canal interessante e a internet também. O que sinto que pode melhorar nesse segundo caso é a divulgação.
 
O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Do ponto de vista da atriz, acredito que em todo tipo de trabalho isso seja possível.
 
O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Acho que pode ser um caminho.
 
Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Não sei te responder sobre o audiovisual. No teatro, muitas vezes, a gente levanta um espetáculo sem apoio algum, e a coisa acontece mesmo assim. Com resistência e fé na nossa arte. Isso, para mim, é uma grande vitória.
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Penso somente em atuar e tenho uma ideia que pode virar um roteiro.

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