terça-feira, 23 de abril de 2013

Bete Dorgam

Formou-se em Publicidade, na ECA/USP, e em Jornalismo, na Cásper Líbero. É mestre em Comunicação Social pela ECA/USP e fez Especialização em Jornalismo, na Universidad de Navarra – Espanha. É doutora em Artes Cênicas, pela ECA/USP. Suas principais atividades são: atriz, professora de Interpretação na EAD/USP, formadora do curso de Humor na SP Escola de Teatro e, até o início do ano, vice-diretora do TUSP (Teatro da Universidade de São Paulo).
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Um bom roteiro, uma equipe que inspire confiança.
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Talvez por falta de uma política mais efetiva e uma visão mais ampla da mídia.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Particularmente, entrei em contato com trabalhos ótimos através da televisão, especialmente TV Cultura e Canal Brasil. Acredito que o curta pode encontrar na TV um caminho muito bom.
 
É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...
Acredito que é possível, sim. Claro que os cineastas querem fazer longas, mas isso não significa que o universo do curta-metragem não possa ser pleno em si mesmo.
 
O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?
Acho que a pergunta anterior responde um pouco a esta: muitos cineastas veem o curta como iniciação para se fazer um longa. Seria interessante apostar nele como uma possibilidade de realização artística e não de trampolim ou estágio preparatório.
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não! Pretendo trabalhar como atriz em vários!

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