quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Paulo Goulart Filho

Paulo trabalhou em diversos musicais no teatro, como ‘Não Fuja da Raia’ e ‘Cabaret’. Participou de inúmeras novelas, entre elas ‘Uma Rosa com Amor (SBT). Seu último trabalho no cinema foi em ‘Bezerra de Menezes – O diário de um Espirito’.



O que te faz aceitar participar de uma produção em curta-metragem?
Uma série de motivos: Primeiro o roteiro, depois meu personagem e por fim quem será o diretor e o produtor.

Por que os curtas não tem espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?

Por que, infelizmente, a mídia em geral só se interessa em projetos e produções de grande escala, com apelo comercial e nomes famosos, esquecendo, muitas vezes da qualidade artística e social que um curta-metragem pode oferecer.

Como deveria ser a exibição de curtas para atrair mais público?
Eu sou do tempo em que sempre antes da exibição de um longa-metragem exibiam um curta, penso que é uma boa estratégia para que o público tenha acesso às produções de curtas, além de festivais e mostras.

É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...

Acho muito difícil sobreviver só de curta-metragem e penso que realmente é uma excelente experiência para se fazer um longa na sequência da carreira de um cineasta.

O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?

Não tenho conhecimento suficiente do meio cinematográfico para fazer esta afirmação.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não penso nisso no momento, estou muito mais ligado na área de atuação como ator do que como diretor, mas como dirijo teatro talvez mais pra frente tenha interesse em dirigir sim, e para isso precisarei me preparar e estudar.

Qual é o seu próximo projeto?
Coordeno o projeto "Teatro nas Universidades" e tenho projetos para televisão, em cinema fiz uma participação no filme "As mães de Chico" que deverá ser lançado até o final do ano.

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