quinta-feira, 6 de junho de 2013

Maíra Charken

Atriz, dançarina, cantora e humorista. Faz parte do grupo humorístico Deznecessários e já fez parte do grupo musical Blitz. Participou do seriado Os Caras de Pau e A Turma do Didi.
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
O motivo principal, ou melhor, o único que me fez participar de um curta até hoje, foi ajudar amigos. O Drinks, Desejos e Desvios, que participei, é um projeto de um amigo, que me convidou. Aceitei na hora!
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Eu acho que, porque simplesmente eles não têm força no mercado. Não vendem! E o que não vende não recebe atenção suficiente pra ser, nem ao menos criticado, infelizmente. Quanto mais ficar na mídia.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Eu acho bem válida as exibições já realizadas em festivais, mostras, concursos, etc. Mas pra mim, o erro está sempre em direcionar essas exibições a um público alvo específico, já conhecedor dessa arte. O que falta é a popularização do produto! Bombardear o público com curtas em momentos que eles não tão esperando, como, por exemplo, antes dos filmes (longas) no cinema. Até mesmo antes de peças. 
 
É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...
Claro que sim! Mas que diretor não vai querer o desafio e a adrenalina de se lançar nesse trampolim¿
 
O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?
Não sei. É¿ Ah, acho que chega uma hora em que o cara já não acha mais tão legal trabalhar de graça.
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Dirigir, não sei. Mas roteirizar, com toda certeza!

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