terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Renata Zhaneta

 
Professora de interpretação no Curso de Teatro da Universidade Anhembi Morumbi desde 2004, com pós graduação em Ensino Superior realizada nessa mesma instituição. Graduou-se em Psicologia e Pedagogia. No ano de 2014 completa 40 anos de carreira como atriz em teatro. Trabalha também em cinema e televisão. Recebeu inúmeros prêmios ao longo da carreira. O mais recente foi o Prêmio APCA de 2007, pelo conjunto da obra, por suas atuações em ‘Macbeth’ de W. Shakespeare e ‘A Grande Imprecação’, de Tankred Dorst.
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem.
O projeto. 
 
Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Fiz alguns curtas que eu adorei. Como atriz não faço distinção entre curta ou longa.
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Penso que seja preconceito.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Como a projeção de longas,.com a mesma dignidade.
 
O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Acho que se pode fazer experimentação em curtas ou longas. Experimentação é uma opção do artista.
 
O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Penso que trampolim é uma palavra esquisita. A obra de arte requer acúmulo e experiência. Se fazer curtas te dá experiência para realizar um longa, é importante fazer.
 
Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Não sei qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro. Pra começar, discuto o conceito  "vencer". Mas se estamos falando em ter uma atividade profissional que seja importante pra você e reconhecida publicamente, acho que trabalhar com ética é o ponto de partida.
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Nunca dirigi nenhum curta. Mas nunca é tarde. Tenho sempre muitas ideias. Quem sabe, né?

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