terça-feira, 25 de outubro de 2011

Antonio Grassi



Ator, diretor e produtor. No cinema seu currículo inclui varias produções de sucesso no Brasil e no exterior, entre elas: “Carandiru” de Hector Babenco, “Bens Confiscados” de Carlos Reichenbach, “Gatão de Meia Idade” de Antonio Carlos da Fontoura, “Todos os corações do mundo” de Murilo Salles, “Boleiros” de Ugo Georgetti, “Missão de Amor” de Dino Risi, “Jorge, um brasileiro” de Paulo Thiago e “A cor de seu destino” de Jorge Duran. Atualmente é presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte).

O que te faz aceitar participar de uma produção em curta-metragem?
O roteiro e o personagem... adoro curtas.

Por que os curtas não tem espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Creio que pelas dificuldades de espaço para exibição.

Como deveria ser a exibição de curtas para atrair mais público?
Na TV seria um espaço fundamental, dai a importância da TV pública.

É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...
Creio que sim... o curta é uma excelente experiência de linguagem. Como o conto está para o romance!

O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?
Acho que não... a dificuldade é mesmo o espaço para exibição.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Penso sim... tenho várias idéias e alguns roteiros.

Qual é o seu próximo projeto?
No momento quero fazer bem os atuais... novela, trabalho na TV Pública e algumas curadorias.

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