sábado, 16 de junho de 2012

Tássia Camargo

A atriz foi a primeira apresentadora do Vídeo Show, no seu primeiro ano de exibição, em 1983. Trabalhou em novelas como ‘Tieta’ e ‘O Salvador da Pátria’. No cinema, ‘Banana Split’, ‘Corpo e Alma de Uma Mulher’, entre outros trabalhos.


O que te faz aceitar participar de trabalhos em curta-metragem?
O que me faz aceitar um convite primeiramente é saber quem é o diretor. Depois o texto que tem de me agradar muito.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Não só o cinema tem esse problema. O teatro também tem. Por quê? Também não entendo.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
A divulgação deveria ser igual a uma divulgação de uma nova novela que entrará no ar. Ter esse espaço de mídia televisiva que é tão importante.
  
É possível ser um cineasta só de curta-metragem? Vemos que o curta é sempre um trampolim para fazer um longa...
Sim é possível. Conheço vários cineastas que só fazem longa metragem, mas não significa que seja fácil.

O curta-metragem é marginalizado entre os próprios cineastas?
Não acredito nisso. Conheço vários curtas que ganharam muitos prêmios.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
No momento não. Gosto muito de documentários

Qual é o seu próximo projeto?
Fazer um longa metragem com Luis Carlos Lacerda.

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