sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Adriana Vaz

Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade de São Paulo. Atualmente é professora de maquiagem de caracterização e de design de aparência de atores na SP Escola de Teatro.
 
O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Cinema é uma linguagem que me atrai muito pelas inúmeras possibilidades de exercitar a criação de aparências de atores.
 
Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Porque não saberia precisar, mas sem dúvida, essa é uma lacuna que deve ser eliminada em breve.
 
Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Sempre antes dos melhores filmes de longa metragem.
 
Você trabalha como maquiadora e figurinista. O processo de trabalho em curtas difere de trabalhos em televisão e/ou longa-metragem?
Cada meio tem suas especificidades. Televisão é bastante diferente do cinema, sem dúvida. Os curtas são um formato que permite uma maior liberdade de experimentação. Os orçamentos são menores e também é possível realizá-los com câmeras não profissionais.
 
Pensa em dirigir um curta futuramente?
Sim, já pensei em realizar um curta.

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