sábado, 11 de julho de 2015

Carol Futuro


Bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação, pela UniRio, em 2005, ex-aluna de Bacharelado em Canto pela mesma instituição, com a professora Mirna Rubim, pós-graduada em Docência do Ensino Fundamental e Médio pela IAVM/UCAM, em 2007. Participa com destaque nos musicais "Esta é a Nossa Canção" (2009) e "Baby, o Musical" (2011).

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
A experiência de fazer cinema, de conhecer uma forma diferente de interpretar, a oportunidade de passear por esse veículo fantástico, por essa arte que nos permite viajar por outros universos... isso me faria participar de um curta.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Apenas trabalhei na produção de um curta universitário chamado “A Truta”. E foi uma ralação enorme. Poucas horas de sono, muita correria pra dar conta de tudo, mas muito gratificante.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Não sei... será que é por que a mídia em geral só tem dado espaço para aquilo que já é falado por todos, e não arrisca lançar coisas novas espontaneamente, e as críticas também acabam enaltecendo o que é garantido, e não o que transgride?

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Percebo que já tem acontecido a projeção de curtas antes de grandes filmes no cinema, esse é um bom meio de divulgação. A internet também tem sido usada para veicular curtas.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Creio que sim. O espaço do curta pode ser utilizado como objeto de crítica social, de incentivo a liberdade de criação e experimentação de linguagens.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Não obrigatoriamente. Acho que o curta pode ser um veiculo para comunicar e atingir o público com questões que não podem ou não teriam a mesma força de impacto se fossem diluídas num longa.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Uma boa Ideia, uma câmera na mão, mas, principalmente, acreditar que essa ideia pode atingir a um público, e fazer com que as pessoas saiam se perguntando sobre o que viram.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Nunca pensei nisso, mas penso em fazer como atriz, ou roteirista.

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