sexta-feira, 17 de julho de 2015

Gustavo Ottoni


Ator. Atuou nas telenovelas “Porto dos Milagres”; “Chamas da Vida”; “Bela, a Feia”; “Ribeirão do Tempo”; “Máscaras”; entre outras.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
O personagem, o roteiro. Sendo bons, estou nessa.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Às vezes encontro equipes inexperientes, o que é natural, pois fiz alguns curtas de uma galera super iniciante. A grana é sempre curta, quando tem. Mas é uma escola incrível para atores como eu, cuja experiência é principalmente teatral.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Porque não vende, não dá dinheiro. E nossos veículos só pensam em lucros, dane-se o artístico.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Antigamente, tinha uma lei que obrigava a exibição de curtas em todas as sessões de cinema, antes do filme principal. Eu adorava. Pode ser uma medida interessante. O incremento de festivais pode ser também bem outra boa medida.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Não tenho a menor dúvida disso.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Não obrigatoriamente, mas pode ser.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Perseverar sempre e sempre.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não, sou apenas um ator.

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