sábado, 13 de junho de 2015

Ivan Capúa


Ator. No cinema, participa de “Bruna Surfistinha – O Doce Veneno do Escorpião”, de Marcos Vinicius Brandini, “A Via Láctea”, de Lina Chamie, "Carandiru", de Hector Babenco.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Além da possibilidade de conhecer novos criadores, trocar experiências, vivências. O exercício. Amo personificar outrem. Daí que dificilmente digo não. (risos)

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Na minha utopia, os cinemas seriam obrigados a exibir antes de quaisquer filmes, um curta nacional, o que fomentaria a produção, e certamente atrairia os patrocinadores.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Sem dúvida nenhuma, no caso do ator e do diretor. Mas me pergunto se a produção se encaixaria no quadro de 'experimentação'. Será?

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Um caminho natural. Raramente um diretor já estreia em um longa-metragem. E tenho visto diretores de publicidade, com desejo de fazer os seu longa, fazendo curtas. São mais viáveis financeiramente e como falamos acima, permite mais liberdade de experimentação.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Ah se eu soubesse. (risos) Não acredito haver uma 'receita' de sucesso. Acredito apenas que a convicção e a persistência sempre são recompensadas.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não é algo que esteja nos meus planos imediatos, mas tenho alguns rabiscos que um dia sairão do papel.

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