sexta-feira, 3 de abril de 2015

Silvia Leblon


Atriz e diretora de teatro, atuando em teatro, televisão, cinema e publicidade. No cinema, atua nos filmes "Na Estrada da Vida", em 1980, "Janete", em 1983, "A Próxima Vítima", também em 1983, e "Narradores de Javé", em 2003.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Gostar do trabalho, confiar na equipe. Ultimamente não tenho aceitado, porque não tenho tido tempo. O meu trabalho tem exigido muito de mim. Mas já fiz vários e bons curtas.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Lembro-me de ‘Histerias de Inês Castilho e Cida Aidar’, um bom curta que participei. Uma das cenas foi parar num outro curta do Jean Claude Bernardet, composto de cenas selecionadas por ele de outros filmes.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Não sei... Dá dinheiro? O dinheiro é soberano nesse mundo...

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Antes do longa-metragem. Sempre antes do longa, um curta.

Os festivais e mostras também são um modo de divulgar e exibir.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Imagino que sim para a direção. Para a atuação e produção, não acho que muda muito.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Talvez. Nem sempre. Pode ser uma escolha, não?

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Não acho importante vencer. Acho importante fazer. Enquanto for uma necessidade para quem faz... sempre se achará um jeito de mostrar.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Jamais pensei nisso. Sou uma primitiva. Trabalho olho no olho. Carrego poucas coisas. Cinema é muito pra mim. Só como atriz. 

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