sexta-feira, 8 de maio de 2015

Luísa Arraes


Atriz. No cinema atuou em ‘Lisbela e o Prisioneiro’; ‘Irma Vap - O Retorno’; ‘O Abismo Prateado’; entre outros.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Então, infelizmente nunca participei de um curta-metragem...

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Acredito que pela falta de acesso ao curta. Ele não tem espaço hoje em dia... Uma pena.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Na internet. Sem duvida. Esse é o espaço do curta-metragem, pois é mais rápido que um filme (hoje se assiste filmes de ate duas horas no computador, o curta é mais acessível para o veiculo) e teria uma visibilidade imensa.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Sem duvida da experimentação, pois é mais acessível de se fazer que um longa e se coloca nesse lugar, de menos responsabilidade com o mercado.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
É uma experiência, pode ser um trampolim ou uma experiência que se encerra em si só, por que não?

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Se alguém souber, por favor me ligue, mande por e-mail, enfim. Realmente não tenho uma receita ou algo que resolva, mas pequenas coisas. Fazer cinema no Brasil é uma coisa muito, muito difícil. Gosto muito do clima de fuga do Matheus Souza. Ele quer, ele faz, com ou sem dinheiro... Faz com o que tem, com o que pode. Desafios podem incentivar muito a criação

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não tenho muito isso na cabeça, mas pode ser que ela venha em algum momento. Vou achar lindo.

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