sexta-feira, 8 de maio de 2015

Michelle Boesche


Atriz. Estudou artes cênicas no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), na Faculdade Paulista de Artes e na UniRio. Participou das peças teatrais "Elas chegaram na sala", de autoria e direção de Michelle Ferreira(2013); "Jantar", de Moira Buffini, com direção de Mauro Baptista Vedia (2014).

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Bons roteiros, quem fará a direção, como será a produção.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Penso que uma boa medida seria voltar à época em que nas salas de cinemas do Brasil se exibiam sempre um curta-metragem antes do longa-metragem.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Pode ser, num curta-metragem há sempre menos pressões financeiras e comerciais.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Pode ser um trampolim para um longa, mas penso que o curta-metragem já tem um valor artístico em si, ele não tem porque se justificar como um meio para outro fim. Mas se houver a necessidade de se contar histórias mais longas necessariamente esse é um caminho natural.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Não sei, ainda não venci no audiovisual brasileiro (risos), sou uma atriz que tem feito muito teatro. Mas o audiovisual é um sonho. Tenho muita vontade de trabalhar mais nessa linguagem.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Sim, está nos meus planos.

Nenhum comentário: