terça-feira, 5 de maio de 2015

Thereza Piffer


Atriz. No cinema, fez “4ª.B”, de Marcelo Galvão (2006); “A Verdadeira Estória do Telemarketing”, de Bia Flecha; “A Visita, de Duda Gorter; "Frgamentos", de Lúcia Maldonado; "É Vida, É Morte", de Giselle Conde; "O Início do Começo de Tudo", de Coaracy Nunes.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Adoro cinema. Seja ele curtas ou longas metragem!

Normalmente existe uma "ordem" na escolha: em primeiro lugar vem o roteiro. Se o curta tiver uma boa estória, vou consultar o diretor... sendo um bom diretor, vou verificar as condições profissionais em que o curta irá se desenvolver... e por último o cachê destinado ao trabalho dos atores.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Na verdade fiz poucos curtas-metragens até hoje. Os que fiz, foram na época que ainda estudava teatro e colegas que se aventuravam em faze-los, me chamavam pra trabalhar! Me aventurava junto!

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Acho que falta ao público brasileiro, uma educação para isso. O curta-metragem, na cabeça do brasileiro mediano, ainda é uma "tentativa" de fazer um longa. Aí se julga como sendo uma arte de pior qualidade, o que na verdade , não é real.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Gosto das iniciativas cinema na praça, gratuito, para a população! Claro, subsidiados pelo governo ou ainda por iniciativas privadas com patrocínio . Por mim, uma grande tela de cinema ficaria passando curtas em horários diversos em espaços públicos... A população se interessaria em parar ali e assistir. Tenho certeza disso!

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Também, mas não só.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Não acredito nisso. Um curta dá tanto trabalho, ou mais, do que um longa. O roteiro deve ser sucinto, por causa do tempo. Contar uma estória interessante em menos tempo, imagino, deve ser absolutamente difícil!

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Ô meu Deus... se houvessem receitas.... (risos)

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Talvez, mas antes disso, penso muito em continuar dirigindo meu grupo de teatro, o Grupo Sensus www.gruposensus.blogspot.com. Minha "praia" é o trabalho de ator. Em curtas ou longas me especializaria e adoraria fazê-lo, na preparação e acompanhamento do trabalho de interpretação dos atores escalados! Isso seria muito bom!!!

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