sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Carlos Palma


Ator e cenógrafo. Formado pela EAD/USP/1981. Em 1998 inspirado pelo espetáculo “Einstein” (que lhe rendeu o prêmio Mambembe/Funarte de melhor ator) dirigido por Sylvio Zilber, co-fundou o Núcleo Arte Ciência no Palco.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
A possibilidade de experimentar, quem sabe descobrir uma outra e nova interpretação...

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Foram poucas, mas sempre muito divertido. Eram amigos, na grande parte trabalhos de TCC em Universidades onde a fome de fazer próprio da juventude é que valia a pena.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Questões econômicas é a principal causa. Mas acredito que rapidamente pode mudar se mudar a cabeça dos editores culturais.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Não sei... pode ser explorando mais e criativamente o poder da mídia digital... explorar os espaços jovens com projeções... de qualquer forma tudo pensando sistemicamente... é difícil saber.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Pode ser grande ou pequeno, depende... pode-se até fazer loucuras e ninguém te xingar, talvez o melhor.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Claro, praticando, praticando e praticando....

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Ainda bem que não se tem.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Quem sabe...

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