quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Milton Levy


Ator. Entre seus vários trabalhos, destaca-se o espetáculo "O Dia Que Eu Comi a Pombagira".

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Aprender com sangue novo, novas cabeças e emprestar um pouco da minha pequena experiência.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Sempre muito ricas, principalmente no curta "BMW Vermelho" que acabou sendo premiado, fora o improviso pela falta de verba... foi ótimo.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Porque é considerado coisa pequena (não me pergunte a razão) agora se tem um Global a coisa fica mais fácil, mas como quase nunca se tem verba, quase nunca se tem Global, e continuamos a correr atrás do rabo.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Deveria ser obrigatório a apresentação dedo curta-metragem antes dos longas, existia essa lei, mas não sei o que aconteceu, uma pena.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Claro que é, experimentando é que surgem grandes talentos, acredito nisso.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Principalmente para os diretores.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Vocação, vocação, vocação e muito talento.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não tenho competência, minha praia é atuar...

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