sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Emiliano Queiroz


Ator. Atuou nos curtas-metragens “Bala Perdida”; “O Retrato”; “Pau Brasil”; “No Principio era o Verbo”; entre outros.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem?
Conhecer um novo diretor, um projeto experimental, um roteiro saboroso.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Fiz uma dúzia de curtas-metragens. Alguns criativos, ousados, mas sempre uma renovação. “Bala Perdida”, “O Retrato”, “Pau Brasil” e o belo “No Principio era o Verbo”, são alguns.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
A mídia é muito cara, o teatro também sofre esse obstáculo. As criticas deveriam ser determinação dos críticos.

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Estar presente na exibição de todos os longas-metragens, naturalmente.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
A experimentação faz parte do processo de um curta-metragem quase sempre.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Sempre se espera que sim.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Tem receita? Acho que não, cada caso é um causo.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Não. Pretendo atuar em muitos ainda. Fui homenageado no Festival Curta Canoa em Canoa Quebrada, no Ceará.

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