sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Flávio Galvão


Ator. No cinema atuou em “Faca de Dois Gumes”; “Senhora”; “O Candidato Honesto”; entre outros.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem.
O curta-metragem me faz trabalhar com gente criativa e com poucos vícios profissionais. É um excelente meio de experimentação artística. 

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Os curtas-metragens me fizeram entender a possibilidade de condensar o aprofundamento da personagem num espaço de tempo restrito. É um belo exercício.  

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Não faz parte da grande mídia por (erroneamente) entenderem que não dá retorno comercial. Com as novas plataformas isso tende a mudar. 

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Talvez criar espaços obrigatórios de exibição. Se bem que a palavra obrigatório me soa mal. Não sei...

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Sem dúvida alguma. 

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Pode ser... É como alguém que escreve contos, se aventurar num romance. 

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
 Fazer, fazer, fazer

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Vou dirigir um curta-metragem. Estou trabalhando no roteiro, mas ainda é cedo pra falar. 

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