domingo, 22 de novembro de 2015

Marcos Manrai


Ator. Atuou no espetáculo teatral “Sex and the Sampa 2”.

O que te faz aceitar participar de produções em curta-metragem.
Aprender uma nova linguagem. Hoje o ator tem o cinema, teatro, comerciais, TV, curtas... são universos que vão surgindo e ampliando nossa capacidade de criar. Ferramentas que nos possibilitam ultrapassar fronteiras do pensamento. Com  o curta você trabalha com o micro que é o longa-metragem. É questão somente de escala.

Conte sobre a sua experiência em trabalhar em produções em curta-metragem.
Fiz vários, principalmente com garotos bem jovens. Vi uma paixão que normalmente só encontro no teatro. Um ato  de afirmação. A única queixa é que depois eles esquecem de me mandar uma cópia.

Por que os curtas não têm espaço em críticas de jornais e atenção da mídia em geral?
Por que ainda não conseguiram encontrar o seu "time".

Na sua opinião, como deveria ser a exibição dos curtas para atingir mais público?
Descarregar na internet, metros, escolas, dentro dos ônibus que hoje tem TV. Tem que descobrir o tempo de duração ideal.

O curta-metragem para um profissional (seja ele da atuação, direção ou produção) é o grande campo de liberdade para experimentação?
Descarregar na internet, metros, escolas, dentro dos ônibus que hoje tem tv. Tem que descobrir o tempo de duração ideal.

O curta-metragem é um trampolim para fazer um longa?
Sim. As ferramentas são as mesmas. Questão de tamanho do orçamento disponível.

Qual é a receita para vencer no audiovisual brasileiro?
Fazer o que o povo quer ver. Descobrir as características do público alvo. Principalmente, descobrir o tempo de duração ideal. Pesquisar temas cotidianos das pessoas. Ou seja, o que a TV conseguiu.

Pensa em dirigir um curta futuramente?
Penso sim, mas hoje eu tenho um CD de música para gravar.

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